sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Nunca se Desfaça/Envilescida / ou poema infinito de reflexão de moral baixo

Não doe seu Carlos Drummond de Andrade
Porquê amou imprudentemente inerte em vaidade


Não se case com o amor da sua vida
Se não houver honra na chegada ou partida


Não ame todo dia em demasia
Se o amanhã não for nada e toda ventura esquecida


Não tenha ciúmes da carne magra
Se a boca que beija é a boca que ladra


Não acredite em nada e Afaste-se dos amigos
Se a companhia despreparada desconhece seus vícios


Não seja ansioso pela repetição
Nasceu Cresce e morrerá por maldição


...

E Se um dia estiver triste em desilusão
Pronto pra fugir,  desistir com ingratidão
Não seja você,
Meu camarada,
o interlocutor dessa oração


Chico Arquiteto

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